segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Culto 13 fevereiro 2011 - Pastor Arno Goerl

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Hinos para o culto:
189
393
298
201

Leituras bíblicas:
Salmo 119. 1-8
1º Cor. 3. 1-9
Mt. 5. 21-37


Sermão Pastor Arno Goerl
Parte 1


Sermão Pastor Arno Goerl
Parte 2






sábado, 12 de fevereiro de 2011

Estudo: A Oração do Pai Nosso - parte 2

O PAI-NOSSO

            Atendendo ao pedido dos discípulos, Jesus lhes ensinou o Pai-Nosso. Em poucas frases, trata de tudo o que necessitamos. Já que ela é tão breve e abrangente, é preciso estar consciente do que se pede em cada uma de suas partes e tomar cuidado para que, ao dizer esta oração, ela não se torne um simples recitar mecânico de palavras vazias porque lhe desconhecemos o sentido ou porque as dizemos sem a devida reflexão. Por isso, vamos comentar, resumidamente, o que significa cada petição incluída nesta Oração do Senhor.

 

A INTRODUÇÃO

“Pai nosso, que estás nos céus”


Nesta, que é a maior das orações, Jesus nos ensina a chamar Deus de nosso Pai. A palavra Pai deve inspirar nossa completa confiança em Deus.  Nós somos seus filhos; e assim como crianças pequenas confiam em seu pai terreno e falam com ele, assim nós podemos confiar em nosso Pai celestial e com ele falar.
Ele é nosso Pai.  A palavra nosso lembra que não somos indivíduos solitários, e autônomos, mas que, com todos os outros cristãos, formamos a grande família do Pai, e oramos não somente por nós mesmos, mas também uns pelos outros.

 

PRIMEIRA PETIÇÃO

“Santificado seja o teu nome”


O nome de Deus é santo por si só.  Mas nós, os seus filhos, por uma vida indigna, poderíamos desonrar o santo nome de Deus. Pedimos aqui que Deus faça com que nós tenhamos, a Ele e a Sua Palavra, na mais elevada honra, que o amemos e glorifiquemos com a nossa fé e a nossa vida.  O nome de Deus é santificado quando a sua palavra é ensinada e aceita em pureza. Por outro lado, o nome de Deus é desonrado quando se ensina doutrina errônea ou quando não se crê ou não se vive de acordo com os seus ensinamentos.
 Mt 5.16: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a  vosso Pai que está nos céus.”

 

SEGUNDA PETIÇÃO

“Venha o teu reino”


O reino de Deus é o domínio divino no qual ele governa, trabalha, age e realiza tudo o que diz respeito à salvação dos homens.  Assim, o apóstolo Paulo diz: “O reino de Deus não é comida, nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Rm 8.17). Nossa justiça diante de Deus é Cristo, mediante a fé, e esta paz enche nossos corações de alegria.  Por isso, Jesus diz que “o reino de Deus está dentro de nós” (Lc 17.21). O que pedimos nesta parte do Pai Nosso é que esta fé salvadora --- a marca do reino de Deus --- venha e seja sempre mantida em nós e também estendida aos outros seres humanos (Reino da Graça).  Para isso, suplicamos também que Deus domine sobre o mundo, dando-lhe ordem e mantendo a paz entre os povos (Reino do Poder - Sl 22.28; 103.19).  Finalmente, pedimos que o reino celestial preparado para os filhos de Deus, venha brevemente para nossa redenção e alegrias eternas (Reino da Glória - Mt 25.34).
 2 Ts 3.1:No demais, irmãos, rogai por nós, para que a palavra do Senhor tenha livre curso e seja glorificada, como também o é entre vós;

 

TERCEIRA PETIÇÃO

“Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu”


Nesta petição pedimos que a vontade de Deus seja feita tão perfeitamente aqui na terra como os anjos a fazem lá no céu. Suplicamos que a vontade graciosa de Deus, que deseja que todos os homens sejam salvos, aconteça de fato. O diabo é nosso adversário, o amor às coisas do mundo nos afasta do Pai e nossa carne é inimiga de Deus. Assim, pedimos que Deus vença em nós todos estes inimigos, fortalecendo e preservando nossa fé pelo estudo da Bíblia e participação dos sacramentos e ajudando-nos a viver vida santa e consagrada.
 1 Ts 4.3: “Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação”.
 1 Jo 2. 15: “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”.

QUARTA PETIÇÃO

“O pão nosso de cada dia nos dá hoje”


A palavra “pão” inclui tudo o que precisamos para sustentar a nossa vida: o alimento, roupa, moradia, bom governo, bom tempo, saúde, emprego, etc. --- enfim, tudo o que precisamos para o sustento da vida corporal.  Pedimos também tranqüilidade e paz no nosso relacionamento com outras pessoas.   Deus é tão bom que, na verdade, dá o pão de cada dia a todos, mesmo aos descrentes, que nunca o pedem e não reconhecem o pão de cada dia como bênção de Deus; mas nós, cristãos, queremos, com este pedido, demonstrar a Deus nossa dependência dele e o nosso reconhecimento de que tudo o que temos e somos (mesmo as pequenas coisas) vêm dele, e somente dele (de Deus).
 Mt 5.45: “Ele (o Pai celeste)  faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.
Sl 145.15,16: “Em ti esperam os olhos de todos, e tu, a seu tempo, lhes dás o alimento. Abres a tua mão e satisfazes de benevolência a todo o vivente”.
Por outro lado, quando dizemos “nosso” nós também queremos incluir os necessitados e estar dispostos a repartir com eles o pão que Deus nos concede (Hb 13.16; Is 58.7).
Com a palavra “hoje” expressamos a nossa confiança em Deus, a certeza de que não precisamos “andar ansiosos pela nossa vida quanto ao que havemos de comer ou beber ou vestir”, e coisas semelhantes, “pois o nosso Pai celeste sabe que necessitamos de todas elas”.   
Nesta petição estamos pedindo a Deus o necessário para a nossa vida: nem muito pouco, nem demais. Nela revelamos a mesma confiança de Paulo, em Rm 8.32.
 Rm 8.32: “Aquele que não poupou a seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas?”
 Mt 6.33: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino (de Deus) e a sua justiça e todas estas coisas vos serão acrescentadas”.

QUINTA PETIÇÃO

“E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores”.


Nesta petição, reconhecemo-nos pecadores diante de Deus e pedimos que Ele nos perdoe de todos os nossos erros e desobediências, mesmo dos que nos são desconhecidos. Mas, para que recebamos este perdão, é preciso verdadeiro arrependimento, um arrependimento que procede da fé. Este arrependimento não combina com egoísmo e orgulho. Por isso acrescentamos: “assim como nós perdoamos aos nossos devedores”. De fato, Deus não pode perdoar a quem não perdoa o seu próximo, pela simples razão de que não somos em nada melhores que os outros. Cristo perdoou todos os nossos pecados; que direito temos nós de não perdoar os erros dos outros contra nós? Somos chamados a perdoar sempre, quantas vezes for necessário (Mt 18.21-22), assim como Cristo nos perdoa. (Parábola - Credor Incompassivo: Mt 18.21-35).
1 Jo 1.8-9: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade, não está em nós. Se confessarmos os nossos, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”.

SEXTA PETIÇÃO

“E não nos deixes cair em tentação”


Deus não tenta ninguém para o pecado ou para o mal (Tg. 1.13). Os que nos tentam são o diabo, o mundo e a nossa própria natureza pecaminosa. Pedimos força e sabedoria para não cairmos nas ciladas destes inimigos; que possamos ter força para resistir, evitando cairmos em graves pecados, ou negarmos a nossa fé.  Mas Deus às vezes permite que nos sobrevenham tentações para o bem, ou seja, situações que, embora más à primeira vista, servem para purificar e fortalecer a nossa fé e nosso amor para com Ele. 
Nesta petição, portanto, pedimos que Deus não permita sofrermos provações que não possamos suportar. E se, porventura, formos vencidos pelo pecado ou pelo mal, que Deus nos dê forças para nos arrependermos e nos reerguermos. Por outro lado, nós também devemos evitar de nos expormos ao perigo. Se somos libertados do mal estamos seguros e salvos.
            1 Co 10.13: “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel, e não permitirá que sejais tentados além de vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar”.

SÉTIMA PETIÇÃO

“Mas livra-nos do mal”


Enquanto no mundo, estamos sujeitos a toda sorte de males. Nesta última petição pedimos que Deus nos livre de tudo o que possa ser prejudicial, tanto ao nosso corpo quanto à nossa alma, dando-nos proteção contra o diabo, nosso adversário e de toda espécie de calamidades e desgraças. Por outro lado, se for de sua vontade que algum mal nos sobrevenha, nos dê forças para suportá-lo. Oramos assim por sabermos que, se permanecermos fiéis a Cristo até ao fim, finalmente alcancemos o livramento total do mal, por uma morte bem-aventurada que nos levará para a ressurreição para a vida eterna na Glória celestial.  (Confira Ef 6.10-18).
 2 Tm 4.18: “O Senhor me livrará também de toda obra maligna, e me levará salvo para o seu reino celestial”.

 

CONCLUSÃO

“Pois teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre. Amém.”


            Este final da oração do Pai Nosso é uma expressão de fé e de louvor a Deus. É um grande final para uma grande oração. Expressa a certeza de que Deus é totalmente poderoso para realizar e atender-nos em tudo o que pedimos. Para perceber mais vivamente o sentido destas palavras acrescente-as sempre após cada petição.
            Nesta doxologia final reconhecemos que tudo está nas poderosas mãos de Deus; que Ele tem poder e autoridade sobre todas as coisas; que Ele é o único que quer e pode atender nossas orações; e é o único que merece toda glória, honra e louvor, pelo que já tem feito, pelo que está fazendo, e pelo que ainda fará.  Por isso, expressamos aqui a nossa dependência de Deus e nossa submissão à sua vontade.
            O “amém” também é uma expressão de confiança. Com ele confirmamos a nossa oração e expressamos a nossa certeza de que Deus nos ouve e atenderá, segundo a sua boa e sábia vontade.
            Sem dúvida, é de extraordinária riqueza o conteúdo desta oração, que o Senhor Jesus nos ensinou. É por esta razão que o Pai-Nosso é largamente utilizado pelos cristãos nos cultos públicos, devoções e vida particular. Especialmente nos momentos de grande angústia ou emoção, em que nos faltam as palavras para uma oração, o Pai-Nosso tem sido um prato cheio. Por ser uma oração comum a todos os cristãos, é também uma oração que une toda a cristandade em uma só mente e coração, como povo de Deus.

“Orai sem cessar” (1 Ts 5.17).

Pastor Alessandro Souto

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Estudo: A Oração do Pai Nosso - parte 1


Postaremos um estudo sobre a oração ensinada por Jesus, o Pai Nosso. Ela será dividida em partes. Nesta primeira parte, teremos breves explicações sobre cada petição. Na sequencia, voltaremos em cada petição, comentando-as.
Boa e abençoada leitura!



A ORAÇÃO DO PAI-NOSSO - Mt 6.9-13


            Não pretende ser a única oração do cristão, mas ela serve de modelo, pois é, sem dúvida, a melhor oração que existe. Na verdade, o Pai-Nosso é uma oração sucinta, mas, completa.


Pai-nosso, que estás nos céus - Aqui, Jesus nos ensina a chamarmos Deus de "Pai". A palavra "Pai" deve inspirar a nossa completa confiança em Deus. Pela fé em Jesus, nós somos feitos filhos de Deus, podemos confiar Nele e falar com Ele em oração. A palavra "nosso" nos ensina a vermos todos como irmãos, nos ensina também que Deus quer a nossa comunhão. Como filhos de Deus, somos todos iguais perante ele. Ele está nos céus. Esta expressão não quer dar a idéia de distância, mas de majestade, de poder e de glória.

Santificado seja o teu nome - Santificado quer dizer ser ou manter santo. O nome de Deus já é santo por si mesmo. Quando fazemos esta oração, entretanto, pedimos que o nome de Deus seja santo entre nós, por meio da honra e glória que prestamos a Ele, de nosso amor e da confiança que depositamos Nele todos os dias. Nossa ação como cristãos é que vai fazer com que o nome de Deus seja santificado entre nós. Por isso pedimos a Deus que Ele nos dê a capacidade de procedermos de acordo com a sua vontade. (Mt. 5.16)

Venha o teu reino - Aqui nós pedimos para que o Reino de Deus cresça em nossos corações, em nosso lar, em nossa igreja, e em todo o mundo. O Reino de Deus vem por si mesmo, mas aqui pedimos que o Reino de Deus atue entre nós e junto a nós, de modo que sejamos participantes deste Reino. Pedimos aqui que a obra de Cristo - seu sacrifício a nosso favor - tome efeito entre nós por meio de uma vida cristã conforme a vontade de Deus. Trata do Reino da Graça e do Reino da Glória. (Lc. 17.21)

Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu - Pedimos aqui que Deus capacite a todos nós, por meio da fé, para que possamos cumprir a vontade de Deus em nossas vidas aqui na terra, assim como ela é cumprida perfeitamente no céu. A vontade de Deus em primeiro lugar é que todos os seres humanos sejam salvos por meio da fé em nosso Senhor Jesus Cristo. Esta vontade é exatamente oposta à do diabo, do mundo e da nossa própria natureza pecadora (carne). Assim, pedimos que Deus vença em nós todos estes inimigos, fortalecendo e preservando nossa fé. (1 Ts. 4.3 e 1 Jo. 2.15).

O pão nosso de cada dia nos dá hoje - O pão nosso inclui tudo aquilo de que precisamos para sustentar o nosso corpo e a nossa vida, tudo o que torna as nossas vidas felizes e frutíferas. Aqui aprendemos que tudo o que somos e temos provém de Deus, tudo é um presente de sua mão graciosa. Pedimos tudo isto a Deus para depois sabermos reconhecer as suas bênçãos (Mt. 5.45 e Sl. 145.15,16). Com a palavra “nosso” também queremos lembrar que queremos obter o pão honestamente. Não queremos pão às custas dos outros. (Rm 8.32 e Mt. 6.25,26).

E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós também perdoamos aos nossos devedores - Aqui nós estamos pedindo o perdão de todos os pecados que cometemos diariamente, inclusive aqueles que desconhecemos e não lembramos (Sl. 19.12) Também estamos nos comprometendo a perdoar a todos aqueles que pecam contra nós (Mc. 11.25,26). Tendo recebido o perdão completo e gratuito de Deus, nós somos estimulados pelo amor a perdoar também a todas as pessoas. (1 Jo. 1.8,9).

E não nos deixes cair em tentação - Aqui nós oramos para que Deus nos guarde e preserve, de modo que o diabo, o mundo e o nosso próprio pecado não nos enganem, ou nos levem à descrença, ao pecado e ao afastamento de Deus (Tg. 1.13,14). Queremos também lembrar que não devemos nos expor despropositadamente ao pecado. Deus às vezes permite que nos sobrevenham tentações para o bem com o objetivo de fortalecer a nossa fé (1 Co. 10.13 e Ef. 6.13)

Mas livra-nos do mal - Vivemos em um mundo pecaminoso, por isso estamos sujeitos a todo o tipo de males. Aqui pedimos que Deus nos dê forças para podermos suportar os sofrimentos desta vida e que Ele nos proteja, levando-nos a salvo para o lar eterno. (2 Tm. 4.18).

Pois teu é o Reino, e o poder, e a glória, para sempre - Este é um grande final para uma grande oração. Nosso Pai Celestial é Deus Todo-poderoso. Ele pode e fará tudo o que prometeu. Nós estamos completamente seguros em suas mãos.

Amém - Sim, assim, seja, Senhor. (1 Ts. 5.17).

Pastor Alessandro Souto

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Culto 06 Fevereiro 2011 - Pastor Arno Goerl

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Hinos para o culto:

246
365
311
84
237

Leituras do dia:

Salmo 112
1º Cor. 2.1-12
Mt. 5.13-20

Sermão Pastor Arno Goerl
Parte 1


Sermão Pastor Arno Goerl
Parte 2




quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Use a armadura de Cristo

Éfeso era uma das cidades importantes do Império Romano. Além da importância política e econômica, também tinha o seu lado místico e religioso. Ali estava o famoso templo da deusa Diana. Esse era o principal atrativo turístico da cidade, afetando inclusive as atividades de muitos cristãos. O apóstolo Paulo tinha trabalhado na congregação de Éfeso e conhecia muito bem os desafios dos seus congregados. Ele não queria que eles se desviassem da fé. Por isso ele os desafia a estarem preparados e diz : “Peguem agora a armadura que Deus lhes dá” (Ef 6.13). Somos atacados diariamente por conceitos e idéias que querem nos afastar da fé em Jesus Cristo. Nós também precisamos estar preparados, não com os nossos próprios méritos e esforços, mas com as armas que Deus nos dá. Deus mandou seu próprio Filho, Jesus, para vencer os nossos inimigos na cruz e ressuscitar mostrando a sua vitória. Com fé em Jesus, nós vestimos a armadura de Deus e estamos protegidos.

Oremos: Obrigado, Senhor, pois colocaste na minha vida as armas para manter-me na fé mesmo nos momentos mais complicados. Por Jesus. Amém. 
 
 
 

LAGARTAS E BORBOLETAS


       Foi muito divertido, e também muito negativo, um desenho que assisti outro dia. Uma borboleta passou voando por sobre duas lagartas. Uma delas falou à outra: “De jeito nenhum embarco numa coisa dessas aí!” 
      O mesmo ocorre com muitas pessoas. Olham para as tarefas que precisam ser executadas em seu mundo e reagem assim: “Cara, nada a ver comigo!” Quantas vezes você deixou escapar uma oportunidade de servir em sua igreja ou na comunidade em que vive, dizendo: “Há pessoas muito mais preparadas do que eu para este trabalho!” Ou então: “Para isso aí eu sou absolutamente desqualificado!” Quem sabe a sua reação foi : “Sentiria vergonha de fazê-lo!” Ou: “Nunca fiz isso antes e parece difícil demais para mim!” 
      Se você se identifica com desculpas assim, lembre a lagarta, olhando do chão para a borboleta voando no alto. Certamente existe muito mais em você do que imagina e Deus pode transformar o seu futuro em algo que você nunca sonhou. Creia, além disso, que o máximo irá acontecer na eternidade.  
      Peça sabedoria ao Pai eterno, em prece humilde mas confiante, para aprender a usar os seus dons e potencialidades para vôos muito mais altos e arrojados!


De: “By The Way”
Autor: Rev Dr Paul Devantier
Trad/Adapt: Rev;Dr.Johannes H. Gedrat


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