Dizem que o problema da Seleção Brasileira foi o descontrole. Um desafio não só no esporte, mas em tudo. No Novo Testamento, o termo grego para domínio próprio é “agonidzomai” – de onde vem o “agonizar”. O apóstolo Paulo usa esta palavra para dizer que aquele que deseja ganhar o prêmio que não estraga, precisa agonizar o corpo a fim de não ser desqualificado (1 Co 9.27). O poeta romano Horácio, contemporâneo de Paulo, também declarou isto, que “o jovem atleta que deseja vencer nas corridas precisa suportar muito e fazer muito; abster-se do amor e do vinho”. Mas não foi isto que Dunga impôs aos jogadores? Qual foi então o motivo da derrota? O problema está na cara, ou melhor, no coração.
A dificuldade da Seleção Brasileira é uma característica nossa, destes tempos de extrema competitividade. Em tudo precisamos provar que somos os melhores, e no estresse do jogo da vida e da morte, perdemos no segundo tempo. O goleiro do Flamengo, por exemplo. Se as suspeitas se confirmarem, foi pura falta de controle que o transformou em assassino da ex-amante. E esse PM que matou o motociclista na blitz policial em Caxias do Sul? Foi descontrole. O que acontece no campo de futebol diante de milhões de expectadores, se dá na vida real fora dos gramados. E pior, acontece com nós. No trânsito, no serviço, no supermercado, na família... E desse jeito perdemos o prêmio – a coroa da temperança, do bom senso, da vida.
Aristóteles escreveu: “Considero mais corajoso aquele que domina os seus próprios desejos do que aquele que conquista os seus inimigos; pois a vitória mais difícil é a vitória sobre o próprio eu”. Paulo sabia disto e por isto confessa: “Não faço o bem que quero, mas justamente o mal que não quero fazer é eu que faço (...) Como sou infeliz! Quem me livrará deste corpo que me leva para a morte?” Ele logo responde num desabafo: “Jesus Cristo” (Romanos 7.19, 25). Na carta aos Gálatas lembrou que um dos frutos do Espírito Santo é o domínio próprio (5.23).
Ao admitir que o maior inimigo sou eu mesmo, então, e só então, começa o treinamento. Uma agonia, sem dúvida, mas que redunda em domínio próprio. O único jeito nesta competição. Por isto a recomendação: “Que o Espírito de Deus, que nos deu a vida, controle também a nossa vida” (Gálatas 5.25).
Certo dia houve um jogo de futebol entre duas equipes no final de um campeonato. O estádio estava lotado, todos olhando para a bola. O juiz deu a saída e a platéia toda acompanhava atentamente para onde a bola ia, de um lado para o outro. E os jogadores correndo atrás.
Ás vezes a bola ia para o lado do gol, e o goleiro a abraçava com todo o carinho. Outras vezes saía do campo, e alguém a jogava de volta com as mãos para o campo. Quando conseguia entrar no gol, o estádio todo tremia, de tanto a platéia gritar. E ela era então, com todo o carinho, levado para o meio de campo, onde parecia que começava tudo de novo.
E a bola estava orgulhosa, pois todo mundo só olhava para ela. Eram mais de oitenta mil pessoas.
De repente, alguém dá um chute e a bola estoura. Fica murcha. O juiz então se dirige a ela, pega-a com a mão e a joga para fora do campo, e a substitui por uma outra bola.
Ali, abandonada, a bola viu que não era nada, mas apenas um objeto qualquer, que todo mundo botava o pé para dar um chute. Sentia-se vazia e abandonada.
Às vezes pensamos que somos o centro do universo. Todos gostam de nós e fazem tudo para nos agradar. Tudo corre bem. É um sucesso atrás do outro.
De repente descobrimos que as coisas são bem diferentes. Somos pisados, chutados e, não demora, verificamos que aqueles que pareciam torcer por nós, desaparecem na hora do aperto. Sentimo-nos então como uma bola murcha: vazios, abandonados e desprezados. Ficamos com vontade de morrer.
Mas nem tudo está perdido. Porque existe alguém que se importa conosco. Deus, o Criador de todas as coisas, também de nossa vida, ele se importa com cada um de nós. Ele provou isso quando mandou o seu próprio Filho ao mundo para resolver o grande problema do ser humano, que é o pecado, que o separa de Deus e o torna infeliz.
Isto quer dizer que, se queremos ser salvos e encontrar um propósito para a vida, a única solução é nos arrependermos dos nossos pecados e crer em Cristo como o nosso Salvador.
Com Cristo a nossa vida ganha um rumo, um propósito. Não ficamos mais como uma bola murcha, abandonados num canto. Mas sim, como uma bola cheia, admirados e queridos por todos, especialmente por aqueles que amam as coisas de Deus. Diz o Salvador Jesus: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (João 10.10).
Tu já pediste perdão hoje? Pediu perdão a Deus pelos teus pecados? Pediu perdão para alguma pessoa?
Pedir perdão é, na verdade, reencontrar-se com as coisas que ficaram para trás. É passar a limpo nossas falhas e limitações, com a certeza de estar confiando Naquele que nos perdoa e que nos fortalece para superarmos as nossas falhas e limitações.
Conta-se uma história que dois amigos estavam viajando pelo deserto, e num determinado momento da viagem, os dois discutiram. Aquele que foi ofendido, sem nada dizer, escreveu na areia: “Hoje o meu melhor amigo me deu uma bofetada no rosto”.
Os dois seguiram adiante e logo chegaram a um oásis (um local onda havia água), onde resolveram tomar banho. O que havia sido ofendido começou a se afogar, sendo salvo pelo amigo. Ao se recuperar, com um pedaço de ferro ele escreveu em uma rocha: “Hoje, meu melhor amigo me salvou a vida”.
Meio encafifado com aquilo, o amigo perguntou: “Por que depois que te ofendi escreveste na areia e agora escreveste na rocha?” Sorrindo, o outro respondeu: “Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do perdão se encarrega de apagá-lo; mas quando este nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória do coração onde nenhum vento poderá apagar”.
Cristãos brigam? Cristãos se desentendem? Pois é, os cristãos também brigam, afinal de contas somos pecadores. O problema é que as pessoas brigam até alguém se machucar.
Infelizmente, conflitos surgem na nossa vida. Como cristãos, muitas vezes nos surpreendemos quando estamos em algum conflito. Nós sabemos que devemos amar um ao outro e queremos nos convencer que cristãos sempre vivem em paz uns com os outros. Porém, por sermos pecadores, os conflitos e desentendimentos são inevitáveis e precisamos estar preparados para enfrentá-los da melhor forma possível.
Leia os seguintes textos bíblicos: Sl. 51.5 - o pecado faz parte da nossa vida desde o nosso nascimento. Ef. 2.3 - as inclinações da carne, os nossos pensamentos e a vontade da carne pecaminosa nos levam muitas vezes a conflitos. Rm. 3.10-12 - ninguém é perfeito. E o fato de ninguém ser perfeito inevitavelmente vai gerar conflitos.
Quais são as causas de conflitos?
a) Mal entendidos
b) Diferenças em valores, metas, expectativas, interesses ou opiniões.
c) Competição
d) Atitudes e desejos pecaminosos que levam para palavras e ações pecaminosas. Ler Tg. 4.1-3.
Deus proporciona o modo perfeito de lidar com os conflitos, começando com o conflito entre Ele e nós. Leia Fp. 2.1-4 e Cl. 1.20.
Jesus Cristo é o fundamento para toda a verdadeira pacificação, perdão e reconciliação. Cristo é o autor da paz. Somente com Ele é possível fazer e viver a paz. Toda a pacificação e reconciliação para nós cristãos é iniciada e completada através de Cristo.
Existem 4 princípios para a pacificação e a resolução de conflitos através da Bíblia:
1) Glorificar a Deus (Leia 1 Co. 10.31)
2) Tira a trave do teu olho (Leia Mt. 7.5)
3) Corrigir o outro com gentileza (Leia Gl. 6.1)
4) Vai e reconcilia-te (Leia Mt. 5.24)
Estes 4 princípios partem, fluem de uma só fonte: O Evangelho. Ler 2 Co. 5.21.
A grande missão da igreja aqui na terra é anunciar e ensinar para as pessoas tudo o que Cristo ordenou, sendo que a verdade principal a ser repassada é que, em Cristo, Deus perdoou todos os pecados de todos os seres humanos. Agora para que este perdão seja recebido por todos, o que é necessário? Fé e arrependimento.
É impossível pregar a Palavra de Deus sem pregar o perdão dos pecados, e é impossível administrar os sacramentos sem oferecer o perdão. Com isto se derruba e elimina todas as doutrinas falsas e errôneas. Quem não faz isto, não pode ensinar verdadeiramente a Palavra de Deus.
Duas frases interessantes: 1) “Se deixarmos passar o tempo para nos arrepender, ficaremos arrependidos para sempre de termos deixado o tempo passar”. 2) “Nunca é cedo para se arrepender, porque não se sabe quão depressa pode ser tarde demais”.
Oração: “Senhor Jesus Cristo, perdoa-nos e deixa que a Tua Palavra e o poder de perdoar operem para a Salvação de todos aqueles que crêem em Ti. Pai de amor, obrigado pelo perdão que tu nos dás através do sangue do Teu Filho Jesus Cristo. Ajuda-nos a estar sempre conscientes de também perdoar aqueles que nos ofendem. Que o Teu Espírito Santo fortaleça a nossa fé e nos conserve sempre como teus filhos. Em nome de Cristo”. Amém.
Estamos vivendo o clima de copa do mundo. Nos últimos dias só se fala da copa do mundo. Das 32 seleções que iniciaram a competição, apenas uma será campeã. Ganhará o time que jogar melhor! Não pode haver qualquer vacilo, bobeira ou descuido. A disputa será dificílima! E é preciso muita disciplina tática, seriedade, comprometimento e humildade para ser campeão!
Os cristãos também estão numa disputa. E todos foram convocados por Jesus Cristo para a sua seleção. Neste time não jogam só onze atletas. Na seleção de Cristo todos somos escalados para jogar! Ninguém é reserva, todos são titulares! E Cristo espera de seus selecionados que joguem bem, isto é, que vivam bem a sua vida cristã e a sua fé. Como está sendo o teu desempenho? Tu estás marcando gols e derrotando o nosso grande adversário? Ou tu estás tomando gols, fazendo gols contra?
Você, estimado amigo e irmão, já foi convocado para jogar nesta seleção de Cristo, desde o teu Batismo. Naquele dia, tu vestiste a camisa da seleção do Salvador que tem como emblema e escudo o símbolo da cruz!
Em 1º Coríntios 9.24 e 25, Paulo escreveu: “Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis! Todo atleta em tudo se domina! Aqueles para alcançar uma coroa corruptível, nós, porém, a incorruptível!” Se Paulo escrevesse hoje, ele diria: “Todos os times jogam, mas só um poderá ser campeão, mas na copa da fé todos os que crerem em Cristo até o fim serão campeões”.
Os atletas obedecem a ordens rígidas. Precisam cumprir as exigências do técnico, e o técnico Dunga da seleção brasileira parece ser bem exigente. Para não perder o lugar no time, visando alcançar o prêmio (corruptível), o atleta precisa ser aplicado. Agora, o nosso alvo, o alvo de todo o cristão, é alcançar o prêmio, a taça incorruptível, o prêmio da coroa eterna (a vida eterna). Por isso, sempre devemos nos esforçar nesta seleção, não chutando a bola da vida e da fé para qualquer lado e de qualquer maneira!
Só o campeão recebe a taça! Na luta, na batalha do cristão, todos serão vitoriosos e premiados. Alguns atletas são expulsos porque não obedeceram as regras do jogo. São exemplos para os cristãos, para não serem tirados da seleção de Cristo! Muitos já perderam o prêmio pela infidelidade, por não seguirem as orientações do técnico, Cristo Jesus!
Depois da copa, as seleções se desfazem e cada atleta segue o seu caminho, no seu clube. A copa do cristão não acontece de 4 em 4 anos, ela é contínua. A copa do cristão é jogada todos os dias. E só terminará no dia da morte ou no Juízo Final, quando acontecer a grande vitória final. Neste dia, todos os que creram em Cristo serão levados para a vida eterna no céu e cantarão diante do cordeiro vencedor: “Digno és ó Cordeiro de todo o louvor”.
ANIVERSÁRIODA COMUNIDADEDA PAZ
No dia 27 de junho celebramos os 65 anos de fundação da Comunidade DaPaz. Com alegria e gratidão a Deus iniciamos as comemorações desta data com um culto de louvor a Deus sob o tema: “A semente da Palavra lançada há 65 anos”. O coral da Comunidade entoou o cântico: “Ó nosso Deus”. Tivemos apresença de muitos visitantes neste culto. Ao meio-dia foi servido um gostoso churrasco preparado por uma equipe de membros voluntários da nossa comunidade. A todos aqueles que auxiliaram napreparação deste almoço estendemos aqui a nossa gratidão. Seguem algumas fotos do culto e do almoço de confraternização.
DEVOÇÃO DE MARTINHO LUTERO
CONFIAR SOMENTE EM DEUS
“O meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, e o meu baluarte e o meu refúgio”. (2º Samuel 22. 3). Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do céu e da terra. Não deposito minha confiança em homem nenhum deste mundo, nem em mim mesmo, tampouco em minha força, capacidade, bens, piedade ou qualquer outra coisa que eu possua. Não confio em criatura nenhuma, quer no céu, quer na terra.Considero e confio tão-somente no Deus único, invisível, incompreensível, que fez os céus e a terra, e que está acima de todas as criaturas. Também não me assusta a maldade do diabo e sua companhia, pois meu Deus está acima de todos eles. Creio em Deus, mesmo que todos me abandonem ou persigam. Continuarei crendo, mesmo que eu seja pobre, tolo, ignorante e desprezado e careça de tudo. Eu creio, mesmo sendo pecador. Pois esta minha fé deve e precisa estar acima de tudo que é e que não é, acima de pecado e virtude, acima de tudo o mais, para que a fé se apegue única e exclusivamente a Deus, como insiste o primeiro mandamento. Também não desejo nenhum sinal da parte de Deus para colocá-lo à prova. Confio nele sempre, por mais que ele tarde, e não lhe determino o alvo, o tempo, a medida ou o meio, mas, em fé verdadeira e franca, deixo tudo entregue a sua vontade divina. Uma vez que ele é todo-poderoso, qual a necessidade que ele não me poderá suprir? Já que ele é Criador do céu e da terra e Senhor de tudo, quem poderá roubar-me ou causar-me dano? Sim, como não poderiam todas as coisas cooperar para o meu bem, se tenho o favor daquele a quem estarão sujeitas e obedecem todas as coisas? Por ser ele Deus, é capaz e sabe fazer com que tudo coopere para o meu bem. Por ser ele Pai, quer fazer isso e realmente o faz de boa vontade. E porque não duvido, mas confio nele, certamente sou seu filho, servo e herdeiro eterno, e ser-me-á feito conforme a minha fé.
CONSTRUÇÃO DE TEMPLO
A congregação Emanuel do Bairro Cidade Nova iniciou a construção da sua igreja (templo). A congregação possui atualmente cerca de 40% do valor necessário para deixar a igreja em condições de uso.
Por isso, queremos pedir que todos os membros da CEL Da Paz pensem com carinho neste projeto e auxiliem com ofertas especiais para a construção deste templo.
Estamos distribuindo envelopes especiais para este projeto de construção. Vamos juntos realizar mais este desafio! Não deixe de participar e colaborar!
FESTA JULINA NA PAZ
O departamento de jovens da CEL Da Paz promoverá no dia 17 de julho (sábado) mais uma festa JULINA. E está convidando para o evento todos os membros da comunidade. Este momento de confraternização será realizado após o culto do sábado à noite.
Os jovens irão preparar os seguintes quitutes: pipoca, pinhão, cachorro-quente, carapinha (amendoim) e quentão. Haverá também refrigerante à disposição
Reserve o dia 17 de julho! Venha para o culto e depois participe da nossa festa julina!
Acompanhando um debate no rádio sobre o badalado anúncio da criação de um genótipo sintético, chamou-me a atenção uma frase do professor de bioética da UFRGS José Roberto Goldim. A frase é: “ciência busca conhecimento, tecnologia busca um produto”.
A frase referida foi dita durante a discussão sobre o problema ético que envolveria uma descoberta de tamanha repercussão e importância estar já patenteada e com o interesse de seu descobridor totalmente voltado para o mercado e não para o conhecimento, e os perigos que poderiam resultar disso.
Sem entrar na discussão desta descoberta e dos perigos ou esperanças que dela podem surgir, até porque é tudo recente ainda e é melhor aguardar maiores informações antes de expressar uma opinião, gostaria de nesse espaço discutir um pouco mais a frase do professor Goldim trazendo para um contexto de fé cristã.
A primeira comparação que me veio à mente quando ouvi essa frase foi entre o ser humano movido pelo mercado, pelo material, pelo lucro e o Deus da graça.
Mesmo naquilo que pode significar, ou não, um avanço científico benéfico para a humanidade, o pecado da cobiça se faz presente mostrando um ser humano que não conhece o conceito de graça porque está longe de Jesus Cristo.
Nada é de graça - a não ser o amor de Deus em Cristo! O ser humano pecador quer sempre ter, ganhar, explorar e isso sempre aparece, ainda que camuflado numa badalada e inovadora descoberta científica.
Entretanto conhecemos um Deus que a ciência não conhece até porque a razão humana não o comporta – um Deus que apesar de ter em sua propriedade a patente de todo o universo, não cobra nem o ar que respiramos; um Deus que não ganha para si mas conquista para os outros, para nós, ainda que tenha investido muito, até mesmo a vida do seu único Filho.
Também lembrei da imperfeição humana contrastada com a perfeição de Deus.
Ficamos maravilhados só em ouvir a palavra “tecnologia” e desfrutamos até como uma bênção do Criador de uma série de benefícios proporcionados pela tecnologia. Mas ela é sempre imperfeita como é imperfeito o ser humano. E toda nova descoberta, por mais impactante, sempre precisa ser avaliada para bem e para mal dependendo justamente da ação do mesmo ser humano que a criou.
Uma célula sintética pode ser promissora ou catastrófica porque por mais avançada que seja, é sempre obra de mãos humanas – e o perfeito, que não levanta questionamentos, é sempre e unicamente obra de Deus.
Mesmo assim, o ser humano imperfeito continua repetindo o episódio da Torre de Babel, tentando com suas imperfeitas obras chegar até o céu e colocar-se no lugar daquele que é perfeito!
Basta ler as primeiras manchetes na tv, no jornal e na internet sobre essa descoberta para perceber, implícita ou explicitamente reverências à obra humana como desafio à ideia de um Deus Criador e Mantenedor da vida.
É pena que a humanidade esqueceu Babel e continua tentando subir até Deus para desafiá-lo em vez de reverenciar e adorar o Deus que desce até nós através de Jesus Cristo, como ouvi numa pregação no Domingo de Pentecostes.
Sem diminiuir o feito noticiado, o maior de todos os fenômenos genéticos já aconteceu e foi anunciado não por mídia humana, mas pelo anjo Gabriel diante de uma espantada Maria – o Deus eterno e infinito se faria um de nós e viria até nós para nos trazer algo realmente grandioso e benéfico em todos os sentidos.
Naquela célula estava uma salvação não sintética, mas verdadeira, de graça, do Deus da graça.