segunda-feira, 7 de junho de 2010

Culto 06 junho 2010 - Pastor Arno Goerl



Sermão do dia 06 de junho de 2010 - parte 1
Pastor Arno Goerl


Sermão do dia 06 de junho de 2010 - parte 2
Pastor Arno Goerl


SEJAMOS ALEGRES, PACIENTES E PERSEVERANTES!

“Regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração perseverantes”.
Rm. 12.12


            Esperança, paciência e perseverança. Essas virtudes precisam ser cultivadas em nossa vida. Especialmente em momentos de tribulação, de dificuldades. Dessa forma, poderemos, mais facilmente, colher alegria, bem estar e paz no coração em nossa vida.
            Ao observarmos uma planta, quando começa a brotar, podemos concluir que existe vida nela. E logo depositamos a nossa esperança nela, de colher em breve o fruto desejado, ou ver, desabrochar uma flor. Em nossa vida colocamos a nossa confiança em Deus, com a esperança de uma vida melhor em nossa existência terrena, e principalmente, esperamos uma vida abençoada com Ele na eternidade, no céu.
            Mesmo que doenças, sofrimentos e outras calamidades nos atinjam, devemos ser pacientes. Tomemos como exemplo a vida de Jó, que nos serve de consolo. Jó, homem rico, reto e temente a Deus, que se desviava do mal, perdeu tudo quanto possuía, inclusive os seus dez filhos. Jó era paciente na tribulação, persistiu na fé e na esperança do Senhor, e Deus o amparou, jamais o abandonou. A Bíblia relata: “Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem”. (Rm. 12.21).
            O Pai Celestial não abandona os seus filhos em meio às angústias, provações e dificuldades. Ao contrário, é nessa hora que Ele mais quer se aproximar de nós, como Ele mesmo diz em Sua Palavra: “No meio de muitos sofrimentos e angústias de coração vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida”. (2 Co. 2.4).
            Por meio da pregação do Evangelho, da Santa Ceia, das orações e súplicas, nós nos aproximamos cada vez mais de Deus e sentimos o seu amor, manifestado por Cristo Jesus, nosso Salvador. E poderemos assim a exemplo de Jó, colher os maravilhosos frutos da alegria, bem estar e paz no coração em nossa vida.
            Precisamos sempre lembrar que Deus não desampara, não abandona aqueles que o amam. Amém.

Pastor Alessandro Souto - pastor da CELP



sexta-feira, 4 de junho de 2010

Informativo Boa Nova, da CELP - Junho 2010

    A FAMÍLIA

    Durante a criação do mundo, Deus terminava cada dia olhando para sua obra e percebendo que tudo era muito bom. (Gn 1). Na primeira vez que a Bíblia diz que algo não era bom, estava se referindo ao homem que andava solitário no Jardim do Éden. (Gn 2.18) Não que a criação tivesse alguma imperfeição. O que acontece é que ela ainda não havia sido acabada. Bom mesmo ficou quando Deus criou a mulher, trouxe-a ao homem e deu a eles a ordem de terem muitos filhos e povoarem a terra. Deus tinha criado a família. “Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe e se unirá a sua mulher e serão os dois uma só carne.” (Gn 2.24).
    Após o pecado, no entanto, a relação familiar ficou complicada, por causa da dureza do coração humano. Surgiram as dificuldades que destroem muitas famílias: o desrespeito, as brigas e desentendimentos, o adultério, o divórcio. E pior, em nossos dias estes comportamentos são até mesmo incentivados: “Ninguém deve levar desaforo”; “Bobo(a) é quem fica sempre com a mesma mulher (ou marido)”; “Homem que é homem pega todas...” As escolas já estão distribuindo camisinhas, tudo para que os jovens levem uma vida de prazer e não se preocupem em formar uma família.
    Parece que a “profecia” do psicanalista francês Charles Melman está prestes a se cumprir: “A família está acabando!” Pensando nisto, como é bonito ver casais completando 25, 30, 40, 50 anos de casamento ou mais.
    Sempre será um desafio para as famílias cristãs andarem na contramão do comportamento das pessoas do mundo. E como é bom ver famílias e casais cristãos vencendo as tendências de um mundo que quer andar longe de Deus e permanecem unidas e abençoadas com a presença e a orientação de Deus.
    A entidade familiar é boa e dá certo, porque foi criada por Deus. E através do seu povo, a Igreja, Deus não permitirá que a família deixe de existir. A família é uma benção de Deus. Precisamos lutar com todas as forças para que a célula principal da sociedade (família) continue cumprindo com o seu papel ordenado por Deus.
    Por isso, se você é uma pessoa que teve o lar desfeito pelo divórcio, lembre-se que Deus perdoa e ajuda a recomeçar a vida, guiando-nos por sua Palavra. Se você está casado, mas enfrentando problemas, lute pela sua família, busque ajuda se necessário, não deixe que ela acabe!
    Se você é jovem, leve bem a sério o plano de um dia ter a sua família, casar com uma pessoa que você ame e criar seus filhos aos pés do Senhor Jesus. Se você tem vivido em promiscuidade, adultério, homossexualidade, busque em Deus a força para lutar contra o erro. Deus ama e protege a família e promete abençoar o mundo por meio dela. Abençoados e orientados por Deus, vamos construir uma sociedade melhor, começando em nosso lar!

Adaptado do Pastor Fernando Garske



ANIVERSÁRIO DA COMUNIDADE DA PAZ (65 anos)

     Há 65 anos (24/06/1945) era fundada oficialmente a Comunidade Luterana Da Paz de Caxias do Sul. Um ano antes iniciou a pregação do Evangelho pela Igreja Luterana na cidade. Por isso, no dia 27 de junho queremos comemorar esta data e agradecer a Deus pelas inúmeras bênçãos que Ele tem derramado sobre esta comunidade. Convidamos todos para o culto de aniversário da Comunidade que será realizado no dia 27 de junho, às 09:00hs. Após o culto será servido um almoço de confraternização (churrasco, pão, maionese e salada) ao preço de R$ 15,00 por pessoa. Crianças de 7 à 10 anos pagam R$ 7,00.
    Reserve este dia para participar do culto e do almoço. Vamos juntos louvar e agradecer a Deus por ter preservado até aqui esta comunidade, e por continuar permitindo que ela anuncie a Salvação em Cristo através do ensino e da pregação da Palavra de Deus.
    Adquira já o seu ingresso para o almoço com os membros da diretoria da Comunidade.
 




CULTÃO DISTRITAL 

     No dia 16 de maio muitos tiveram o privilégio de participar do Cultão distrital e Encontro de famílias em Flores da Cunha no CTG Galpão Serrano.
    Na parte da manhã o culto foi dirigido pelos pastores do nosso Distrito tendo como pregador o Pastor Sérgio Patzer de Bento Gonçalves que nos falou sobre o tema: “Vinde, comei” baseado em João 21.12. O grupo de louvor da CELP participou com algumas canções.
    Na parte da tarde fomos agraciados com uma edificante palestra proferida pelo Pastor Ildo Reisner de Piratuba, SC, que falou sobre o tema: “como viver uma vida cristã motivada e feliz”. O coral da CELP entoou no intervalo da palestra o cântico: “Dai ao Senhor louvor”.
    Somos gratos a Deus por mais este momento de adoração, louvor, comunhão e crescimento na fé que Ele nos proporcionou em nosso distrito.
    Seguem algumas fotos do evento!!! 


 


 GRUPO DE LOUVOR

     O Grupo de Louvor da CEL Da Paz está à procura de um nome. Gostaríamos de receber sugestões dos membros da comunidade. Queremos colocar um nome que tenha alguma ligação com a nossa comunidade (PAZ). Já surgiram algumas sugestões, mas gostaríamos de ter mais opções, para assim fazermos a escolha. Colabore conosco e ajude-nos nesta escolha.



 LANÇAMENTO DA PEDRA FUNDAMENTAL

     No dia 23 de maio aconteceu o ato de lançamento da pedra fundamental do templo da Congregação Emanuel do Bairro Cidade Nova. Antes deste ato foi realizado o culto de gratidão a Deus pelos 3 anos de fundação da congregação. Após a cerimônia de lançamento da pedra fundamental foi realizado o almoço de confraternização na casa da família Sächtig. Agradecemos a família que disponibilizou a sua residência para esta comemoração.
    Gostaríamos de convocar os membros da CEL Da Paz para colaborarem também financeiramente na construção da igreja da CEL Emanuel. Serão distribuídos envelopes especiais para esta campanha.
    Pense com carinho neste projeto e auxilie dentro de suas condições.
    Ajude-nos neste desafio! Vamos tornar realidade mais este projeto!  Queremos ver nossa igreja crescer cada vez mais em nossa cidade.


 
 



ANIVERSÁRIO DA IELB - 106 ANOS EM PASSO FUNDO

     No dia 20 de junho em Passo Fundo será celebrado os 106 anos de fundação da IELB (Igreja Evangélica Luterana do Brasil).
    O culto festivo será no auditório da UPF (Universidade de Passo Fundo) à partir das 10:00. Nesta celebração teremos a participação de corais e também do cantor luterano Carlos Magrão. A pregação do culto será realizada pelo Presidente recém-eleito da IELB, Pastor Egon Kopereck.
    Estamos fretando um ônibus com 44 lugares para participarmos deste evento. A passagem custará aproximadamente R$ 20,00 por pessoa. A saída será às 05:45 da CEL Da Paz. Reserve o seu lugar com o Pastor Alessandro.





CAFÉ COLONIAL

    O Departamento Feminino Da Paz irá promover no dia 14 de julho a partir das 15:00 o seu tradicional Café Colonial.
    Os ingressos serão vendidos à R$ 15,00 e podem ser adquiridos com a diretoria do Departamento Feminino. 


(notícias do informativo impresso Boas Novas, da CELP - junho 2010)

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Creio na Ressurreição da Carne - parte 6


4 - A RESSURREIÇÃO

Vamos, agora, focalizar algumas afirmações gerais sobre a ressurreição da carne e depois analisar o “como” da ressurreição.

4.1 - Afirmações gerais - “Se habita em vós o Espírito daquele que ressuscitou a Jesus dentre os mortos, esse mesmo ressuscitará a Cristo Jesus dentre os mortos, vivificará também os vossos corpos mortos, por meio do seu Espírito que em vós habita” (Rm 8.11). O que significa esta afirmação: “Vivificará também os vossos corpos mortais?” O que estava morto será vivificado. Os corpos, nos quais aqui, enquanto vivo, o Espírito Santo habitava, esses mesmos corpos serão vivificados. O apóstolo continua no v. 23: “E não somente ela (a criação), mas também nós que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.” O apóstolo afirma que estamos aguardando a redenção do corpo, isto é, que o corpo seja libertado da morte. Portanto, este nosso corpo mortal deverá ser libertado da morte. Como? A morte terá de devolver o corpo. O corpo voltará à vida. Isto é a ressurreição.
Outra afirmação importante: “O qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo de sua glória, segundo a eficácia do poder que tem de até subordinar a si todas as cousas.” (Fp 3.21). Nosso corpo humilhado pela morte será transformado e será igual ao corpo de Cristo. O poder de Deus o fará. O apóstolo compara a nossa ressurreição com a ressurreição de Cristo. Olhemos para Cristo. Não foi o mesmo corpo que foi crucificado e deitado na sepultura que de lá levantou? E, por sua especial vontade, manteve, após a ressurreição, as marcas dos cravos, para dar-nos toda a certeza de que é ele mesmo e o mesmo corpo. Jesus tinha dito: “Por isso, o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para a reassumir. Ninguém a tira de mim, pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para a entregar e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu Pai! (Jo 10.17-18). O apóstolo Paulo afirma que Jesus é “a primícia dos que dormem” (1Co 15.20). Assim a Escritura afirma que os corpos serão ressuscitados. Teremos o nosso corpo de volta. O mesmo corpo que temos agora. Lembramos Enoque e Elias que foram levados com seus corpo ao céu, bem como Moisés que com Elias apareceu corporalmente a Jesus no monte da transfiguração (Mt 17.1-8).
Temos ainda uma passagem muito interessante no segundo livro de Macabeus. O livro de Macabeus não conta entre os livros canônicos. Ele é bom para a leitura, mesmo não sendo um livro inspirado. Não podemos basear doutrinas nele. Mas há no mesmo um relato interessante. É uma história cruel. Um jovem judeu está para ser torturado e morto. Antes de lhe cortarem a língua e as extremidades dos membros do corpo, ele dá o seguinte testemunho: “Do céu recebi estes membros, e é por suas leis que os desprezo, pois espero dele recebê-los novamente (2 Macabeus 7.11). Confira outras afirmações bíblicas sobre a ressurreição: Jo 5.21; 6.29,40,44,45; At 24.15,21; 26.8; Rm 4.7; 1Co 6.14; 2Co 1.9; 4.14; Fp 3.11; 1Ts 4.16.
Em resumo: A morte terá de devolver os seus mortos desde Adão e Eva até a ultima pessoa que falecerá antes do juízo final. O mesmo corpo que voltou ao pó da terra se levantará, será refeito pelo poder de Deus. Mas, como ressuscitarão os mortos?

4.2 - Como ressuscitarão os mortos e com que corpos? - O apóstolo Paulo escreve: “Carne e sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção” (1Co 15.50). O que significam estas palavras? Não há aqui uma contradição? Afirmamos que na ressurreição se levantará o nosso corpo, o mesmo corpo. E o apóstolo afirma que “carne e sangue não podem herdar a vida” (1Co 15.50). Como? Ele explica: “A corrupção não pode herdar a incorrupção.” A palavra corrupção aparece nos seguintes textos bíblicos: Rm 8.21; 2Pe 2.12; 1Co 15.42; Cl 2.22; Gl 6.8; 2Pe 1.4; 2.19) e significa, sem dúvida alguma, o pecado original. O pecado original é o pecado que herdamos de Adão e Eva. Também a expressão: “As obras da carne” (Gl 5.19), tem este sentido, como frutos do pecado original. Por isso Jesus afirma: “Do coração procedem os maus pensamentos” (Mt 15.19). Portanto, o corpo, assim corrompido pelo pecado, não pode herdar o céu. Como fiéis em Cristo temos, na verdade, o perdão, mas o pecado ainda está nós. Somos simultaneamente santos e pecadores. Quando morremos, completa-se em nós a ação do batismo, nosso “velho homem” é definitivamente afogado e morto. E, quando ressuscitamos, ressuscitaremos sem o pecado. E tudo o que o pecado estragou nos fiéis, será afastado. O apóstolo Paulo fala disto em 1Co 15.35-50. No versículo 35, onde levanta a pergunta: “Como ressuscitarão os mortos? e com que corpos?” Em primeiro lugar o apóstolo responde a pergunta: Como é possível? E responde: “Insensatos! o que semeias não nasce, se primeiro não morrer?” (v. 37). Pelo exemplo da semente, o apóstolo mostra que é preciso morrer primeiro, para então reviver. Se isto acontece com a semente, seria impossível para Deus fazer isto com nosso corpo? “Para Deus não haverá impossíveis em todas as suas obras” (Lc 1.37). Ele o determinou assim. O seu poder o realizará.


Mas, com que corpos ressuscitarão? E responde: “Quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão” (v. 37). Semeia-se o grão. Este grão germina e dele nasce uma planta que é a mesma matéria, mas suas qualidades são bem diferentes. Deus deu àquela planta, àquela matéria um corpo novo, com novas qualidades. Isto é uma comparação. Algo semelhante acontece na ressurreição. Em resumo: na ressurreição teremos o nosso próprio e mesmo corpo, o corpo que tivemos aqui em vida. Agora purificado do pecado original e de todos os pecados, e adornado com novas qualidades. Você se reconhecerá como sendo você mesmo. Que beleza. Toda corrupção, todo o pecado, tudo o que o pecado estragou será afastado e seremos revestidos com glória e esplendor, e novas qualidades para a vida no “novo céu e nova terra” (Ap 21.1).
O apóstolo Paulo entra em maiores detalhes: “Nem toda carne é a mesma” (v. 39). Há exemplo disto na natureza. A mesma carne, da mesma matéria, mas diferente. Assim será na ressurreição.
Outro exemplo: “Corpos celestes com glória diferente” (v. 40). Então o apóstolo passa para a aplicação da verdade: “Assim também é a ressurreição” (v. 42). Veja, assim como Deus faz da mesma matéria criaturas diferentes em sua forma, aparência e glória; assim o fará no dia da ressurreição com o nosso corpo. Semeia-se. Você será sepultado. O que vai à terra é o corpo corruptível, corrompido pelo pecado, desonrado. Mas ressuscitará na incorrupção. Quão diferente será o corpo.
E mais: “Semeia-se corpo natural, ressuscitará espiritual” (v. 44). O apóstolo Paulo fala aqui de dois corpos, um natural e outro espiritual. O que significa isto? Quando Deus criou Adão e Eva, deu-lhes uma alma vivente e os colocou no jardim do Édem. Ali deveriam viver. Multiplicar-se e cultivar o jardim. Estavam sujeitos às leis terrenas. Tinham um corpo natural. Isto é, uma natureza apropriada para a vida nesta terra, sujeita às leis desta terra. A queda em pecado corrompeu o homem e trouxe aflições e morte.
O apóstolo diz também que há corpo espiritual. Deus não criou o homem somente para a vida aqui na terra, mas para a vida eterna. Por isso havia no jardim do Édem também a árvore da Vida. Se o homem não tivesse pecado, após um período de vida, Deus lhes daria ordem para comer da árvore da Vida, a fim de ser transformado e passar para a vida eterna. Mas o pecado estragou tudo. Para nos redimir do pecado, Jesus veio ao mundo, o segundo Adão, o Filho de Deus. Ele nos reconquistou a vida espiritual. Agora temos corpo natural, depois virá o corpo espiritual. Isto é, Deus dará ao nosso corpo novas qualidades para vivermos diante da face de Deus que é espírito e dos anjos que são espíritos, no céu, onde há outras leis de existência. Agora temos um corpo apto para a vida nesta terra. Na ressurreição, Deus dará ao nosso corpo qualidades espirituais para a vida no céu junto com ele. Como serão estas qualidade? Ninguém consegue imaginar nem descrever. O apóstolo afirma: “Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que havemos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque havemos de vê-lo como ele é” (1Jo 3.2). Estaremos comendo e bebendo com Abraão, os apóstolo e Jesus. “Digo-vos que, desta hora em diante, não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber, novo, convosco no reino de meu Pai” (Mt 26.29). Com esta palavra Jesus nos mostra que o céu será maravilhoso. De nada adiantam especulações se precisaremos ou não comer e beber no céu.
Concluindo, vimos duas coisas: Nosso corpo será ressuscitado. Ao ressuscitar, os fiéis estarão livres da corrupção. Em segundo lugar, os fiéis serão revestidos de novas qualidades, qualidades para poderem viver no lar celestial, junto com Deus. Serão qualidades celestiais, espirituais. Confira ainda: Fp 3.20; Lc 24.34-37; Rm 8.23,29; Mt 13.43; 1Jo 3.2).


Precisamos dizer ainda alguma coisa sobre aqueles que viverão até o dia do juízo final. Temos duas palavras que abordam o assunto. “Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts 4.15-17).” Eis que vos digo um mistério. Nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta” (1Co 15.51-53). O que diz esta palavra de Deus? Ela diz que os vivos estarão ao lado dos ressuscitados, diante do trono de Jesus. Mas com que corpos? Seus corpos serão imediatamente transformados e adornados. Assim estarão ao lado dos ressuscitados na mesma glória. Este é o arrebatamento, que muitos interpretam erradamente, colocando-o antes do juízo final. O que não concorda com as demais afirmações da Bíblia.
Mas, o que acontecerá aos que não creram? As pessoas que morreram sem fé, também serão ressuscitados (ou se colhidos pelo dia do juízo final sem fé, transformados) pelo poder de Deus, mas para juízo e condenação. Seus corpo não serão purificados. Serão “um horror para toda a carne” (Is 66.24), “ vergonha e horror eterno” (Dn 12.2). Confira ainda: At 4.11-12; Jo 3.36; Sl 49.15; 1Jo 3.14; Is 66.24; Mc 16.16; At 24.15; Jo 5.28-29; Dn 12.2).

Horst R. Kuchenbecker

Estudo " Creio na Ressurreição da Carne" parte 1 / parte 2 / parte 3 / parte 4 / parte 5 

Continua…

terça-feira, 1 de junho de 2010

O que ensinam os Luteranos

A BÍBLIA - Os luteranos ensinam que a Bíblia é, em todos os seus termos, a Palavra de Deus; que, conseqüentemente, todos os fatos nela relatados são absolutamente verdadeiros; que ela não contém erro; que ela interpreta-se a si mesma; que ela é a única verdade divina conhecida sobre a terra; que ela deveria ser diligentemente ouvida e estudada; que ela anuncia a salvação pela fé em Jesus Cristo.
Referências: 2 Pedro 1.21; 1 Coríntios 2.13; João 5.39; Lucas 11.18.

O DEUS TRIÚNO – Os luteranos ensinam que Deus é triúno, isto é, um Deus em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo; que estas três pessoas são iguais; que ignorar ou negar um é rejeitar todos; que ele é Criador, Redentor e Santificador.
Referências: Deuteronômio 6.4; Mateus 28.19; João 5.23; 1 João 2.23; Gêneses 1.1; 1 João 2.1,2; Romanos 15.13.

O HOMEM – Os luteranos ensinam que o homem não é produto de uma pretensa evolução, mas que foi feito por Deus por meio de um ato direto de criação; que lhe foi dada uma alma imortal, dotada de perfeita santidade e criada para a vida eterna; que, entretanto, ele pecou, rompeu a comunhão amorosa com Deus e tornou-se totalmente depravado e sujeito à morte; que, em seu estado natural, ele não pode, por qualquer poder ou força de sua parte, restabelecer as corretas relações com Deus.
Referências: Gênesis 2.7; 1.27; Gênesis 3; Salmo 14.3; Romanos 5.12; Isaías 64.6; Salmo 143.2; 1 Coríntios 2.14.

A LEI DE DEUS – Os luteranos ensinam que a lei de Deus exige coração, pensamentos, palavras e ações perfeitos; que ela condena inteiramente a todos aqueles que a transgridem; que ela não pode salvar pecadores; que a sua função principal desde a queda em pecado é de levar o homem ao conhecimento de sua depravada condição.
Referências: Mateus 5.48; Levítico 19.2; Deuteronômio 27.26; Romanos 3.20.

O PECADO – Os luteranos ensinam que cada pensamento, palavra e ato contrário à lei de Deus é pecado; que cada ser humano é pecador por nascimento; que todo o mal no mundo é conseqüência do pecado do homem; que o pecado leva à condenação.
Referências: 1 João 3.4; João 3.6; Gênesis 8.21; Romanos 5.12; Salmo 5.4.

O EVANGELHO – Os luteranos ensinam que o evangelho não é uma lei nova ou superior, mas é a revelação especial daquilo que um Deus amoroso e misericordioso fez, e continua fazendo, através de Cristo para a salvação da humanidade; que ele gratuitamente oferece a todos os pecadores a justiça que está em Cristo Jesus; que salvará eternamente aqueles que com fé aceitam suas promessas.
Referências: Ezequiel 33.11; 1 Timóteo 2.4; Lucas 4.18, 19; João 3.16; Romanos 3. 21-24; 1.16.

O SALVADOR – Os luteranos ensinam que Jesus Cristo é o Filho de Deus e é igual ao Pai em todos os sentidos; que ele é também o filho da virgem Maria e que foi feito homem a fim de que pudesse redimir o mundo; que ele satisfez as exigências da lei divina em lugar de todos os homens, guardando os mandamentos de Deus em nosso lugar; que ele arcou com a punição de nossos pecados sofrendo e morrendo em nosso lugar na cruz; que ele ressuscitou corporalmente dentre os mortos e hoje vive; que ele virá visivelmente pela segunda e última vez no fim do mundo para julgar os vivos e os mortos.
Referências: João 5.20,23; 10.30; 14.19; Mateus 1.18-25; 1 Pedro 2.22; Gálatas 4.4 , 5; 3.13; 1 Pedro 2.24; 1 João 2.1, 2; Romanos 4.25; João 14.19; Atos 1.11; 10.42.

A JUSTIFICAÇÃO – Os luteranos ensinam que tudo quanto era necessário para que houvesse reconciliação do mundo com Deus foi feito quando Jesus Cristo deu a sua vida sobre a cruz; que Deus, por causa de Jesus Cristo, declarou a humanidade livre da dívida e da culpa do pecado; que essa justificação de toda humanidade torna-se propriedade individual através da aceitação pessoal da mesma; que todos que assim, pela fé, aplicam para si mesmos a graciosa declaração divina de reconciliação, são justificados diante de Deus – não por qualquer mérito ou dignidade próprios, mas somente pela graça, por causa de Cristo, através da fé.
Referências: 2 Coríntios 5.19; Romanos 5.18, 19; Atos 10.43; Romanos 3.22-24, 28; Efésios 2.8.

O ARREPENDIMEMTO – Os luteranos ensinam que o arrependimento, no sentido bíblico do termo, é o reconhecimento do pecado e sincero pesar por causa dele – juntamente com a confiante suplica a Deus por perdão, em nome de Cristo; que ele é uma condição do coração sem o qual homem algum pode ter a esperança de ser salvo; que a todo pecador verdadeiramente arrependido é assegurado o perdão gratuito e completo de Deus.
Referências: Isaías 55.6; Mateus 4.17; Marcos 1.15; Lucas 18.13, 14; Atos 2.38; 2 Cotíntios 7.10.

A FÉ – Os luteranos ensinam que a fé é aceitação de Jesus Cristo, por parte do pecador penitente, como seu real e único Salvador, e a completa confiança nos méritos de Cristo para o perdão dos pecados e a salvação; que tal fé não é um feito pessoal ou um ato de mérito humano, mas uma obra do Espírito Santo; que aquele que permanece nesta fé até o fim será real, plena e ternamente salvo; que sem ela a salvação é impossível.
Referências: João 1.12, 16; Atos 10.43; Gálatas 2.16; 1 Coríntios 12.3; 1 Pedro 1.5; Atos 16.31; Mateus 24.13; João 3.36.

A CONVERSÃO – Os luteranos ensinam que a conversão não é uma mera mudança de hábitos, mas uma mudança de coração – um renascimento espiritual do homem; que ela é realizada pelo poder de Deus que atua por meio da Palavra; que ela ocorre na e através da aceitação de Jesus Cristo como Salvador e Senhor.
Referências: Joel 2.13; Ezequiel 11.19; Jeremias 31.18; João 1.12, 13; Romanos 10.17; 1 João 5.1.

A SANTIFICAÇÃO – Os luteranos ensinam que a conduta e a vida santificadas seguem a conversão e que são frutos e conseqüência da fé; que todos os cristãos autênticos devem ser, e são, ativos em boas obras; que, embora tal santificação seja progressiva, a perfeição nela não será alcançada senão na vida eterna.
Referências: João 3.3; 2 Coríntios 7.1; Gálatas 5.6, 25; 1 Tessalonicenses 4.3; Efésios 2.10; 1 Pedro 1.15; Romanos 7..15-25; Filipenses 3. 12-14.

A IGREJA – Os luteranos ensinam que há uma igreja invisível, que consiste de todos aqueles que em seus corações verdadeira e sinceramente aceitam Jesus Cristo como seu Salvador; que essa Igreja é uma única; que Jesus Cristo é o seu único cabeça e Senhor; que todos os seus membros gozam de direitos iguais; que ela pode ser achada onde quer que o Evangelho de Cristo seja conhecido, e que durará para sempre.
Os luteranos ensinam também que há uma igreja cristã visível, a qual se compõe de todos aqueles que professam a fé cristã e se reúnem em torno da Palavra de Deus. Triste, porém, é que, por causa da inerente inclinação do homem ao mal, sempre há, na igreja como um todo, os hipócritas, os defensores de falsas doutrinas e de práticas não cristãs. Diante disso, é dever de todo o cristão sincero buscar e unir-se com aquela parte da igreja visível que retém a pura doutrina e a correta prática. Deve ser evitada a comunhão religiosa com todos aqueles que se apartam da Palavra de Deus.
Referências: João 18.36; Lucas 17.20, 21; João 8.31, 32; 1 Coríntios 12.13; Efésios 1.22, 23; 2.19-22; Isaías 55.10, 11; Mateus 16.18; 13.47; 48; 22.2-14; 15.9; 1 Coríntios 11.18; Romanos 16.17; 2 Tessalonicenses 3.6, 14; 2 Coríntios 6.14-18.

O BATISMO – Os luteranos ensinam que o batismo é um lavar regenerador divinamente instituído; que ele se destina a adultos e crianças, sem exceção, e que por ser ministrado lavando, regando, aspergindo com água ou submergindo na água; que por meio dele, a todos que na fé recebem este sacramento, é dada a graça de Deus, o perdão dos pecados e a promessa da vida eterna.
Referências: Mateus 28.19; Tito 3.5; Marcos 10.14; Atos 16.15; Hebreus 10.22; Atos 22.16; 2.38; Marcos 16.16.

A CEIA DO SENHOR – Os luteranos ensinam que o corpo e o sangue de Jesus Cristo estão verdadeiramente presentes em, com e sob o pão e o vinho no sacramento da Santa Ceia e que são recebidos por todos que comem e bebem a mesa do Senhor; que o corpo e o sangue de Cristo são recebidos pelos cristãos para perdão dos pecados, fortalecimento de sua fé e crescimento na piedade; que a Santa Ceia deve ser dada somente aqueles que professam a sua fé cristã.
Referências: Mateus 26.26-28; 1 Coríntios 10.16; 11.26-29; Mateus 7.6.

A ORAÇÃO – Os luteranos ensinam que a oração é uma comunhão dos cristãos com Deus; que, embora não seja um ato pelo qual se obtenha méritos ou recompensas, ela é divinamente ordenada; que deveria ser regularmente praticada por todo cristão para proveito próprio e para benefícios de outros; que, se feita com fé, conforme a vontade de Deus, tem a clara e segura promessa de graciosa aceitação e resposta divinas.
Referências: Salmo 19.14; Mateus 7.7, 8; Salmo 50.15; 1 Timóteo 2.1, 8; 1 João 5.14; Isaías 65.24; Mateus 21.22.

DIABO E INFERNO – Os luteranos ensinam que há uma grande hoste de espíritos (chamados de “demônios” na Bíblia), dotados de poder, que são inimigos implacáveis de Deus e de sua igreja; que estes foram lançados ao inferno; que no dia derradeiro todos os homens que morreram sem fé em Cristo serão destinados ao mesmo inferno de tormento e condenação eternos.
Referências: Efésios 6.12; 1 Pedro 5.8, 9; Judas 6; Mateus 25.41; Isaías 66.24.

A MORTE E O QUE LHE É SUBSEQÜENTE – Os luteranos ensinam que o corpo, que na morte foi separado da alma, será ressuscitado no dia derradeiro e tornará a unir-se à alma; que todos os homens serão julgados por Jesus Cristo; que a todos os crentes em Cristo será dada a vida eterna no céu, enquanto que os descrentes serão lançados à condenação eterna.
Referências: João 5.28, 29; Mateus 25.31, 46.


QUESTÕES ESPECIAIS


CREDOS – Os luteranos ensinam que um credo, como a palavra mesmo o diz e significa (credo = eu creio), é simplesmente uma afirmação daquilo que se crê; que todo cristão professo tem um credo, quer ele o admita quer não; que um credo verdadeiro não é uma adição à Bíblia, mas somente uma ênfase necessária da verdade contra aqueles que usam erroneamente a Bíblia para a defesa dos seus falsos ensinos; que sem um credo a igreja está sendo tragada e arrastada por um dilúvio de erros.
Referências: 1 Pedro 3.15; Mateus 10.32.

RELIGIÃO E CIÊNCIA – Os luteranos ensinam que, visto o Deus que se revelou na grandeza e complexidade do universo que criou ser o mesmo Deus que se revelou como um Deus de misericórdia e amor na obra redentora de Cristo, o Salvador, é certo que não pode haver conflito entre a verdadeira ciência e as verdades da Bíblia; que teorias evolucionistas e filosofias que negam o lugar de Deus no universo, ou que tentam negar sua revelação salvadora e santificadora, são rejeitadas; que a ciência pode ser, e tem sido, uma forma de manifestação das grandes bênçãos de Deus sobre a humanidade.
Referências: Salmo 8.3, 4; 19.1; Hebreus 1.10; 11.3; Gênesis 1.28.

ECUMENISMO – Os luteranos ensinam que a divisão que reina no seio da igreja cristã visível é uma condição deplorável, mas que não são os defensores da verdade divina os responsáveis por ela, mas sim, os que defendem e professam falsas doutrinas; que não pode haver verdadeira união exterior onde não há união interior, na fé; que a esperança de uma cristandade unida se tornará realidade somente quando todos os cristãos professos se tornarem um na rejeição de todo o erro e na aceitação de toda sas doutrinas apresentadas na Palavra de Deus.
Referências: Romanos 16.17; Efésios 4.3-6.

EDUCAÇÃO RELIGIOSA – Os luteranos ensinam que a educação cristã da juventude não é função do Estado, mas do lar e da igreja; que cabe à igreja organizar escolas dominicais e planejar outras atividades que auxiliem os pais a educar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor; que as atividades referentes à educação cristã e instrução de crianças e jovens é uma obrigação que os pais cristãos devem a si mesmos, aos seus filhos,à sua igreja e à sua pátria.
Referências: Marcos 10.14; João 21.15; Efésios 6.4.

APLICAÇÃO DA LEI – Os luteranos ensinam que o princípio que estabelece a separação entre Igreja e Estado está em harmonia com o espírito e letra da Escritura; que, diante disso, a execução das leis civis compete ao Estado e não à Igreja; que a Igreja endereça-se ao coração do homem e opera por persuasão, não por compulsão; que a interferência da Igreja no Estado e vice-versa só resultará em perseguições religiosas e na destruição de um governo livre.
Referências: João 18.36; Mateus 22.21; Romanos 13.1-7.

DIVÓRCIO – Os luteranos ensinam que o vínculo matrimonial deve ser preservado inviolável; que, diante de Deus, divórcio algum é válido, a não ser em caso de adultério ou deserção maliciosa; que a atual tendência em menosprezar o noivado e o próprio matrimônio só poderá resultar em danos incalculáveis ao lar, aos filhos, à igreja, ao Estado, enfim, a toda a estrutura da sociedade humana.
Referências: Mateus 19.9; Coríntios 7.15. 

Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida


         Em nossos dias vemos muitas coisas que as pessoas fazem sem pensar nas conseqüências. Como por exemplo, maltratar as pessoas, não ser honesto com as pessoas, brigar com os familiares e amigos por qualquer bobagem. Elas não se dão conta de que estão ofendendo a Deus e seguindo um caminho que traz apenas infelicidade e afastamento de Deus. Porquê será que as pessoas fazem tantas coisas erradas em suas vidas? Será que elas não conhecem o que Deus nos ensina na sua Santa Palavra? Jesus Cristo é o verdadeiro caminho, a verdade que traz vida e salvação para todas as pessoas

A verdade é que Deus quer que primeiro nós creiamos em Jesus como nosso único salvador. E esta fé, é dada de graça por Deus, aos que crêem em Jesus. Nós não temos forças, para chegar ao nosso Pai sozinhos, dependemos dele sempre em todos os momentos de nossas vidas. Mesmo que os outros consigam fazer coisas boas, Deus não se agrada destas coisas, porque a fé em Jesus não faz parte da vida deles.
Só com Jesus é que todas as pessoas serão realmente felizes. A nova vida que traz paz, consolo e esperança só é conseguida através da fé em nosso salvador. As coisas boas que nós fazemos só são boas, porque Jesus ajuda a fazermos tudo o que Deus quer para a nossa vida, sempre pensando no nosso bem, no bem do próximo e na Salvação.

            Que notícia boa Deus está dando para cada um de nós, hoje. Esta notícia é a única que pode nos aproximar de Deus. Sim meus queridos irmãos, só Jesus pode pegar em nossa mão e mostrar o caminho da salvação, só Ele pode dar uma nova vida para cada um de nós.
A vontade de Deus é salvar todos, mas a maldade do coração humano cria uma barreira entre o homem e Deus, as pessoas só não são salvas porque escolhem outro caminho e não o caminho que Deus escolheu para elas, a saber, que Cristo é o único caminho para sermos salvos. Deus só salva quem acredita em Jesus, e quem acredita em Jesus tem um grande motivo para viver uma vida agradável aqui na terra.
Só podemos agradar a Deus quando temos Jesus como nosso único salvador. E por isso Deus quer que nós falemos de Jesus, para que todas as pessoas possam ter a mesma fé que nós temos e serem salvas por Cristo, que morreu por todas as pessoas, pelas pessoas de Caxias do Sul, de Bento Gonçalves, de Farroupilha, do Brasil e do mundo inteiro. Amém.

Alessandro Souto
Pastor da CELP


FOME

   Os dados impressionam: 800 milhões de pessoas passam fome no mundo e 24 mil morrem a cada dia de causas ligadas a desnutrição. Uma notícia cruel e extremamente injusta num planeta que colhe o suficiente para saciar a fome de todos os seus habitantes.
   No Brasil da terra fértil e que tem título de celeiro do mundo, a situação deveria ser diferente. Mas aqui a fome também atinge milhões de pessoas. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública, de todo o lixo gerado no país, 50% são alimentos. Só por isto a fome tem nome: impiedade. Isto mesmo, falta de compaixão, de pena. Bem, este é um pecado que os impiedosos terão de prestar contas um dia ao verdadeiro dono das plantações.
   Mas, tudo isto nos faz lembrar também de um outro tipo de fome: a fome espiritual. Porque se Deus manda chuva e sol para que todos tenham o que comer, também manda o Evangelho na mesma proporção. Ou como disse o apóstolo de forma invertida: “Se Ele nos deu o seu Filho, será que não nos dará também graciosamente todas as coisas?” (Rm 8.32).
   Ainda bem que impiedade não é um sentimento que atingiu o Filho de Deus. Relata o Evangelista: “Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena porque aquela gente estava aflita e exausta, como ovelhas que não tem pastor. Então disse aos discípulos: de fato a seara (colheita) é grande, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para a sua seara” (Mt 9.36-38). Jesus visualiza uma cena dramática: gente morrendo de fome espiritual diante de comida que apodrece na plantação (mostra a Bíblia). Alguma coisa urgente precisava ser feita para ajudar aquela gente. E a oração deveria ser o primeiro passo. Por isto no “peçam ao dono da plantação” estava implícito a “piedade, a compaixão”.
   O apóstolo Paulo também “desejava de todo o coração que o seu próprio povo fosse salvo” (Rm 10.1). Assim tentou alastrar este desejo ao emitir um sinal de SOS: “Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mas como invocarão, se não crêem nele? E como crerão, naquele de quem nada ouviram? E como ouvirão, se não há quem ensine?” (Rm 10.13,14). O que Jesus viu, Paulo também enxergou. Afinal, “a mensagem de Deus estava perto” (Rm 10.8) e bastava alguém para alcançá-la.
   Comida e Palavra de Deus sempre foram comparadas na Bíblia, sobretudo na promessa de que os que estiverem no céu nunca mais terão fome (Ap 7.16). Ambas são bênçãos que vêm do céu na medida justa para todos. Precisamos sempre pedir o pão-nosso de cada dia, e buscar o alimento da Palavra que nos nutre para a Salvação. Amém.

Adaptado do Pastor Marcos Schmidt


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